USO DE EPIs POR PROFISSIONAIS DA SAÚDE EM UMA CIDADE DO INTERIOR DO CEARÁ

Yana Kerly Capistrano de Oliveira, Luís Galdino Júnior, Rafael dos Santos Saturno, Maria Natália Campos Luz, Regilane Matos da Silva Prado

Resumo


Equipamentos de Proteção Individual - EPIs são dispositivos utilizados pelo empregado, para se proteger dos riscos que a atividade profissional possa oferecer. Entre os EPIs destaca-se o jaleco, adotado como medida de biossegurança. No Brasil a Norma Regulamentadora -NR 32, determina que a vestimenta deve ser fornecida pelas instituições de saúde sem ônus para o profissional. A Organização Mundial de Saúde (OMS) recomenda que a utilização de jalecos se restrinja aos ambientes adequados. O uso inadequado dos EPIs por parte dos profissionais de saúde é um problema grave de saúde pública, devido a proliferação e transmissão de micro-organismos que acarreta em dano a saúde da população, sendo um dos problemas atuais a resistência da microbiota bacteriana. Estudos apontam que Staphylococcus spp tem sido o gênero mais encontrado em jalecos, o uso dessas vestimentas é comum em ambientes como refeitórios, ônibus, entre outros, o que favorece a possível disseminação de patógenos. A discussão sobre o uso e manuseio do jaleco na literatura científica é recente, as evidências são limitadas e não há práticas padronizadas. Atividades de educação permanente, devem ser realizadas de forma contínua. O objetivo desse estudo é analisar o uso de EPIs por profissionais de saúde, verificando a presença/resistência, de micro-organismos e produzir material educativo para orientar quanto ao uso adequado dos EPIs.  Faz-se necessário estudos, para investigar se existe alguma contaminação, resistência dos micro-organismos e ainda se os profissionais tem consciência de como está sendo feita o uso desses vestuários para prevenção de futuras doenças.


Texto completo:

PDF


ISSN: 2358-9124

© Unicatólica. Todos os direitos reservados.

Este sistema é mantido pelo Núcleo Educacional de Apoio Digital.