ESTUDO DE CASO SOBRE A AUTOMEDICAÇÃO DE UMA PACIENTE IDOSA COM VERTIGEM

Luís Galdino Júnior, Mariana Timbaúba Benício Coelho, Suiane Queiroz Martins Rodrigues, Emanuel Matheus de Brito Batista, Liene Ribeiro de Lima

Resumo


A automedicação é o uso de medicamentos sem prescrição médica ou farmacêutica, onde o próprio paciente decide utilizar fármacos, indicado por familiares e amigos, essa prática constitui um problema de saúde pública. A automedicação pode provocar efeitos colaterais, reações adversas, reações alérgicas, intoxicações, interações medicamentosas e retardo de diagnósticos. Normalmente os idosos têm alterações fisiológicas em órgãos, que altera a farmacocinética dos medicamentos, como o comprometimento da função renal, do fluxo sanguíneo e da biotransformação hepática, assim a automedicação nesse público é ainda mais grave. Este trabalho é um estudo de caso de uma paciente idosa. R.P.S, 71 anos, faz automedicação e associação de plantas medicinais e fitoterápicos, foram encontradas possíveis interações entre estes e os medicamentos em uso. Esta pesquisa o objetivo de identificar a automedicação em uma paciente idosa com vertigem no município de Quixadá/CE. A coleta de dados se deu por um questionário para avaliar sua condição de saúde e dos medicamentos em uso. Foram obedecidos os aspectos éticos exigidos na Resolução 466/12, com assinatura do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido. De acordo com os dados coletados e das pesquisas realizadas. O farmacêutico é o último profissional a ter contato com o paciente antes do tratamento medicamentoso, cabe a ele informar e educar o paciente sobre a terapia farmacológica no momento da dispensação. Assim este profissional é peça-chave nesse processo, sua inserção na ESF e uma participação mais efetiva no NASF auxilia no combate a automedicação sem responsabilidade exercida pela população.


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ISSN: 2358-9124

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